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Gestantes, puérperas e lactantes sem comorbidades lutam por vacinação contra a Covid

Um grupo de mulheres gestantes, puérperas e lactantes, estão unidas em busca de conseguir prioridade na vacinação contra a Covid-19 no Piauí. Elas listam alguns motivos e solicitam ao Governador Wellington Dias (PT) que ponha em prática a lei que inclusive já foi sancionada. CONFIRA:

Lei sancionada pelo governador no dia 21 de maio de 2021.

No dia 21 de Maio de 2021 o Excelentíssimo Sr Governador do Estado Wellington Dias, sancionou a Lei 7.501, de autoria do Deputado Estadual Dr Francisco Costa, na qual estabelece prioridade de vacinação contra a Covid-19 as GESTANTES, PUÉRPERAS E LACTANTES SEM COMORBIDADES no âmbito do Estado do Piauí. Até o presente momento essa lei não foi cumprida. Nossa solicitação é pela inserção das GESTANTES, PUÉRPERAS E LACTANTES SEM COMORBIDADES no grupo prioritário para vacinação contra a Covid-19 no Estado do Piauí.

Pesquisas desenvolvidas ao longo do ano de 2020 comprovam que os anticorpos da mãe vacinada são transmitidos ao bebê através do leite materno sem riscos para o lactente, o que garante a imunização de duas pessoas a partir de uma única dose de vacina. Essa se mostra uma estratégia de imunização eficiente e econômica. Bebês menores de 2 anos não podem usar máscara em função do risco de sufocamento, tornando-o vulnerável e exposto ao virus. Uma saída pra esse problema é a imunização das mães que consequentemente gera a imunização do bebê pelo leite materno.

É de consciência de todas(os) a limitação quantitativa de doses liberadas pelo Ministério da Saúde (MS) para os grupos prioritários no Piauí, e entendemos que as grávidas, puérperas e lactantes sem comorbidades devam ser vacinadas após as grávidas, puérperas e lactantes com comorbidades, em razão do óbvio risco de agravamento e complicações que envolve este último público. Contudo, lamentamos a exclusão da previsão da inserção das lactantes na estratégia de imunização realizada pelo Estado.

Salientamos que a autonomia dos Estados e Municípios em relação às diretrizes do PNI permitem que se façam adaptações locais e inclusão de novos públicos, a depender das peculiaridades e gestão de políticas públicas locais. O Ministério da Saúde inclusive já se pronunciou no sentido de que Estados e Municípios dispõem de autonomia para organizar e montar o seu próprio esquema de vacinação, bem como dar vazão à fila de acordo com as características de sua população, demandas específicas de cada região e doses disponibilizadas.

Em razão deste contexto, requeremos a necessária inclusão de todas as mulheres lactantes, com e sem comorbidades, no chamamento para vacinação contra a COVID-19, juntamente com as gestantes e puérperas.

Segue o link do abaixo assinado:

http://chng.it/zNfpvXjS

Pra quem se interessar em conhecer mais da causa, sigam a página no Instagram @lactantespelavacinapiaui

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