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Campo Maior ganhará Casa de Acolhimento para crianças e adolescentes em vulnerabilidade

O município de Campo Maior ganhará ainda este ano uma Casa de Acolhimento de Crianças e Adolescentes em situação de vulnerabilidade. O projeto é de iniciativa privada, mas precisará das parcerias públicas.

Por enquanto a ação conta com o apoio da Associação Brasileira Beneficente Aslan, (ABBA), instituição sediada no Estado de São Paulo. A iniciativa para o município é coordenada pelo casal de missionários Roquilane e Gabriela Carvalho.

Os dois receberam o apoio da vereadora Conceição Lima (PT), que já foi secretária de Assistência Social no município e sabe da importância da Casa de Acolhimento para as crianças e adolescentes, e a parlamentar buscou para ajudá-los, o representante do governo do Estado no município, o deputado Paulo Martins (PT).

“A pedido da vereadora Conceição Lima estamos tratando da viabilidade de uma parceria junto ao Governo do Estado com a entidade”, explicou o deputado estadual Paulo Martins que esta semana visitou as obras de construção da Casa na companhia do casal e de um dos membros do Conselho Tutelar.

O casal Roquilane e Gabriela ficou sensibilizado pela importância da Casa de Apoio em Campo Maior, ao depararem-se com as dificuldades enfrentadas pelo Conselho Tutelar na busca de um local para abrigar as crianças em situação de vulnerabilidade dentro da própria família.

“Há quatro anos recebemos duas crianças para criar e vimos as dificuldades enfrentadas pelo Conselho”, disse Gabriela. Como missionários buscaram em oração a Deus, e as ideias foram ampliando-se até chegarem à ABBA, onde foram visitar o projeto em SP.

A ABBA, segundo Gabriela Carvalho enviou uma delegação a Campo Maior para constatar a necessidade da construção de um abrigo na cidade. O casal tem a consciência de que trata-se de um trabalho árduo, e que precisam do apoio da gestão municipal, do Governo do Estado, das entidades privadas, e de todos.

Eles já conseguiram apoio da Suíça, terra natal da professora, que reside em Campo Maior há 18 anos, e trabalha como professora de Inglês. “Passamos três meses na Suíça com o objeto de conseguir doações para a construção”, disse.

A permanência de crianças no abrigo será em caráter temporário até que suas famílias tenham condição de recebê-las de volta ou elas sejam encaminhadas a outras famílias acolhedoras para adoção.

“A previsão é de que até outubro a construção da Casa esteja concluída e no próximo ano passe a funcionar”, destacou o casal, ressaltando que irá receber receber 10 crianças, que funcionará modalidade casa lar, que além da proteção, terão apoio psicológico, tanto elas quanto suas famílias.

Fonte: Ascom

Texto: Valdamir Alvarenga

Fotos: Jonas Sousa

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