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Prefeitura de Campo Maior, Diocese e parceiros farão a festa do vaqueiro no Festejo de Santo Antônio

A história de Campo Maior tem tudo haver com o vaqueiro, passada de geração a geração, fortalecendo a cada ano esta importante figura no município, que há 100 anos realiza sua tradicional festa, que começa nas primeiras horas do dia, entrando pela madrugada com o leilão, na programação do festejo de Santo Antônio. Neste dia, o vaqueiro vence o cansaço e retorna para casa com a fé renovada, depois de participar de todos os momentos da festa oferecida a ele.

“Estamos trabalhando para fazer uma festa bonita no dia 08 de junho, sábado, marcada pela programação em homenagem ao vaqueiro”, disse o comerciante João Luís Queiroz, que há várias décadas participa juntamente com a Diocese, a Prefeitura de Campo Maior e outros parceiros, da organização das atividades do dia do evento na cidade, que começa com o café da manhã, e em seguida a missa na Catedral a partir das 8h, celebrada pelo Padre Jerônimo.


Logo depois da celebração, todos os vaqueiros sairão em cavalgada pelas principais avenidas do centro de Campo Maior, até o sítio do secretário de Desenvolvimento Rural – Zé Pereira, onde será servido um almoço pela Prefeitura, para os homenageados e depois seguem para a vaquejada no Parque Malagueta, que neste dia, não terá hora para terminar, e à noite será a novena e o leilão do vaqueiro até o dia amanhecer na Praça Bona Primo.

O comerciante João Luís Queiroz agradeceu a todos os parceiros da festa, que segundo ele, começaram a trabalhar para o sucesso deste dia, há vários meses. “Eu agradeço ao povo de Nossa Senhora de Nazaré, dos Pereiros no município, do Jatobá do Piauí, São Joaquim e outros locais, que todo ano quando eu faço a entrega dos convites da festa do vaqueiro, de casa em casa, juntamente com a comissão, eles gentilmente contribuem doando joias, para que aconteça o maior leilão da festa de Santo Antônio”, explicou o comerciante.

Este dia, segundo João Luís, é de muita emoção desde a celebração, à passagem da cavalgada. “Todo o povo se emociona quando passa a cavalgada nas ruas e avenidas de Campo Maior, porque o vaqueiro é uma figura marcante na nossa história. É uma peça fundamental no contexto da fundação da cidade, a importância dele é tanto social, quanto economicamente para o município e nunca vai deixar de ser importante, mesmo com a diminuição das tradições, mesmo que substituam cavalos por motos, mesmo assim, o vaqueiro continua forte na nossa história”, refletiu.

O VAQUEIRO DA CAATINGA E O VAQUEIRO DO ESPORTE

João Luís conta, que a história do vaqueiro cresce na região, porque além dos vaqueiros tradicionais, que vão para dentro da caatinga pegar o boi, e sobrevive desta profissão, há também os vaqueiros que fazem da vaquejada um esporte, um hobby, que também é profissional e economicamente fazem história, e difundem a prática dos eventos.


“Nós trabalhamos é para manter a tradição do vaqueiro da região, do tradicional, de dentro da caatinga, todo encorado. Este é o vaqueiro que nós queremos manter a tradição. É importe manter a tradição e deixar a imagem do vaqueiro bem espelhado para quem vem visitar Campo Maior, saber que na nossa terra, que foi fundada a partir de currais, ajuntamento de gado, que está figura do vaqueiro é muito importante”, explicou João Luís.

A programação de sábado, da novena do vaqueiro, terá como tema: Educar-se na fé; Deus ama a generosidade! A festa é voltada para vaqueiros e proprietários rurais e terá como padrinho Luís da Costa Araújo (Neguinho do Belo). A Leitura Bíblica indicada para a reflexão é Jo 13: 1-15. Algumas Paróquias da região de Campo Maior e de outras cidades são convidadas a fazerem parte da noite, que também terá como co-participantes a imprensa local e estadual.

Fonte: Ascom PMCM

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