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Brincadeira em grupo de WhatsApp vira caso de polícia em Campo Maior

A criação e divulgação de dois vídeos que mostram fotos de algumas pessoas de Campo Maior, e junto com elas a descrição ”Cornos Campomaiorenses – 2019″ e “Cornos de Campo Maior – 2019″, respectivamente, tem causado um alvoroço na cidade. Isso porque alguns dos envolvidos não gostaram nada da brincadeira. A produção traz ainda músicas associadas à descrição dos vídeos.

A brincadeira que teria surgido em um grupo denominado “Piauí tem de tudo”, administrado por campomaiorenses, acabou viralizando em vários outros grupos de WhatsApp, e a repercussão foi maior que os criadores imaginavam. Chegando a várias outras cidades da região e até na capital Teresina.

Diante da exposição, alguns envolvidos não gostaram e o caso foi parar na 5ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Campo Maior, com o registro de Boletim de Ocorrência (B.O). Ou seja, a brincadeira pode ter resultados nada agradáveis para os criadores, já que os envolvidos se consideram vítimas de calúnia, difamação e constrangimento, diante da exposição.

Cópia de um dos Boletins de Ocorrência registrados na Delegacia de Campo Maior

Por volta das 21:00 da segunda-feira (24/06), o policial, Baker Martins, agente especial da 5ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Campo Maior, confirmou o registro de um B.O. Ele disse ter tomado conhecimento de que um grupo de amigos fez uma brincadeira e divulgou um vídeo num grupo de WhatsApp, o que acabou vazando e se espalhando nas redes sociais.

“Sei que 99% dos que aparecem nos vídeos são amigos, vivem brincando, se xingando de corno. O problema é que no grupo também existem pessoas que não gostam e nem praticam esse tipo de brincadeira. São poucos, mas já registraram um B.O na delegacia, por se sentirem vítimas de difamação, calúnia e constrangimento”. Disse o agente Baker.

Membros do grupo “Piauí Tem de Tudo”, acusados de criar e divulgar os vídeos, já foram à polícia e também registraram B.O para garantir que não foram os autores da montagem e divulgação da produção. Mas o assunto agora deverá ser investigado pela polícia, que tentará chegar ao autor ou autores da brincadeira, que inclusive pode ser atribuída aos chamados crimes virtuais.

Com informações do site Piauihoje.com

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