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Ribinha fala sobre obras realizadas, pagamento de salário, quadro de servidores e concurso público

Ribinha avalia seu governo, responde a críticas e fala sobre obras realizadas

Depois de chegar de mais uma viagem a Teresina, onde esteve reunido com o Governador Wellington Dias em busca de parcerias com o Estado, o prefeito de Campo Maior, professor Ribinha, concedeu entrevista e falou sobre sua administração e o atual momento econômico de Campo Maior. Confira na íntegra o que disse o prefeito de Campo Maior.

Entrevistador: Sua administração começou a todo vapor e muitas obras foram continuadas e novas obras foram entregues à população. Mas parece que o ritmo diminuiu um pouco. O que aconteceu?

Ribinha: Comecei a trabalhar por Campo Maior no meu primeiro dia de mandato e até hoje nunca parei de trabalhar. A obra do açude, por exemplo, eu continuei imediatamente, concluindo o passeio dos pedestres, restando apenas a parte elevada. Mesmo assim, não paramos. Não se trabalha apenas com o pedreiro ou máquinas, há toda a parte de contratos, planejamento e revisão de cada etapa da obra do açude, que é muito grande. Estamos aguardando a substituição dos postes de toda a orla e troca de toda a iluminação amarela, por lâmpadas de LED. Essa semana minha equipe vai assentar alguns recortes de pedras, cada um deles feito sob medida, para alguns pontos curvos da passarela. A obra não está parada.

Entrevistador:  Mas o ritmo das obras, de um modo geral, diminuiu?

Ribinha: Não diminuiu. Essa é uma falsa aparência ou uma falsa informação. Alguns canais de comunicação tem insistido em dizer isso, mas é pura desinformação. Parece que a campanha já começou para muita gente, mas eu não estou preocupado com isso agora. Os canais de comunicação da oposição tentam desestabilizar meu governo com mentiras e falsas informações, como aquela informação mentirosa da escola que estava com as obras paralisadas no baldrame, quando, na realidade, a escola já estava pronta para ser entregue à comunidade, como de fato foi entregue.

Entrevistador: Mas realmente parece que as obras diminuíram. Como o senhor explica isso?

Ribinha: As obras continuam a todo vapor. Em julho, há menos de dois meses, eu passei uma semana inteira inaugurando e entregando novas obras na cidade. Muitas vezes as pessoas da cidade não veem o nosso trabalho e acham que estamos parados. Ha quase dois meses nós estamos trabalhando no interior do município, abrindo novas estadas, como a da Esmeralda, reformando estradas em toda região dos Corredores e outras comunidades rurais. Outras máquinas foram disponibilizadas para o aterro sanitário de Campo Maior, que fica numa área mais afastada da zona urbana, e é uma obra fiscalizada pela FUNASA. O SAAE tem ampliado consideravelmente sua rede de tubulação no interior de Campo Maior e já começou a entregar água encanada na zona rural, na casa das pessoas. Também entregamos escolas na zona rural.

Entrevistador: E as obras na cidade? As obras citadas por você são todas na zona rural. O município paralisou as obras na cidade e está focado só na zona rural?

Ribinha: Claro que não, isso seria impossível num município do porte de Campo Maior. Só estou tentando demonstrar que muitas obras estão acontecendo longe dos olhos das pessoas que moram na cidade. Aqui na cidade o SAAE também tem trabalhado para sanar o problema da falta d’água, que é gravíssimo. Já ampliamos a rede de abastecimento no bairro Estação. Estamos concluindo o calçamento no conjunto José Francisco Bona, e já estamos nos preparando para levar o calçamento para outros bairros. Realizamos trabalhos sociais de altíssima importância, como foi a Feira do Artesanato, que gerou renda para muita gente. Ampliamos o número das UBS’s em Campo Maior, sendo nove só esse ano, incluindo reformas necessárias em outras unidades de saúde. Na educação, estamos trabalhando para melhorar todos os índices nas provas de avaliação de desempenho nacional. Vamos participar de projetos internacionais, além de estarmos nos preparando para realizar o segundo SALICAM, em novembro.

Entrevistador: Prefeito, o salário de servidores atrasou esse mês. Na campanha você prometeu não atrasar salários, o que aconteceu?

Ribinha: A minha principal bandeira é o pagamento em dia. Ninguém ficou mais frustrado do que eu com o atraso no salário dos servidores. Mas veja a situação que o município se encontra: a prefeitura tem sofrido constantes bloqueios judiciais de suas contas. Esses bloqueios, em parte, são salários atrasados de outras gestões, e que agora eu estou tendo que pagar essa conta. Estou pagando o salário que outros prefeitos não pagaram, e o servidor sabe quem atrasou salários no passado. O outro problema é a complementação do FUNDEB, já que esse fundo não é suficiente para pagar todos os professores. Com todos esses bloqueios, tenho encontrado dificuldades, mas estamos nos preparando para conter essa situação no futuro. E o salário que estava atrasado, já foi regularizado. Agora estamos em dia.

Entrevistador: A folha do município será reduzida? É verdade essa informação?

Ribinha: Recebemos uma liminar da justiça que está nos obrigando a reduzir o quadro atual dos servidores da prefeitura. Estamos estudando a situação, mas será impossível manter o que está hoje. Minha assessoria jurídica está trabalhando noite e dia nisso, para encontrar a melhor solução.

Entrevistador: Quais são as opções do município?

Ribinha: A opção será o concurso público. Estamos planejando um concurso público no município de Campo Maior como a melhor forma de resolver essa questão. Além do mais, sempre defendi o concurso público como a maneira mais justa de entrar no serviço público.

BREVE: SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA

Acompanhe em breve a segunda parte da entrevista do prefeito professor Ribinha, onde ele fala mais sobre o concurso público que a prefeitura vai realizar, sobre a segurança do município, acusação da realização de eventos em demasia, o trânsito, e sobre o clima entre o prefeito e a Câmara dos Vereadores.

Fonte: Portal Livre / Ascom

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