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Alunos da UESPI de Campo Maior protestam por reforma no Campus

Instalação elétrica precária, teto deteriorado, bem como forro ameaçando de desabar sobre estudantes e professores, a Universidade Estadual do Piauí, Campus “Heróis do Jenipapo”, situada à distancia de 84 Km da capital Teresina, chegou ao seu limite de operacionalidade.

Agora, são os estudantes que reivindicam do governo do Estado do Piauí, o senhor excelentíssimo governador Wilson Martins, não medidas paliativas, mas sim um basta em todo esse descaso com que o governador vem demonstrando com o campus de Campo Maior. Nesse contexto, o caso mais alarmante, dentre muitos outros, pôde ser observado em uma sala do curso de Licenciatura Plena em Geografia, em que estudavam os alunos do I período desse curso. A sala, em um momento de aula, pegou fogo nas instalações elétricas, deixando os alunos estupefatos com o acontecido.

O ambiente reservado à coordenação do curso de Biologia também foi palco de uma cena inusitada. Assim sendo, ao chegar ao local, a professora Mestre em Biologia Tatiana, no que engatilhou a maçaneta e abriu a porta, viu o teto quase que por desabar devido à chuva, o que danificou grande parte de seu material de pesquisa.  Tatiana ainda relatou que ao acionar o condicionador de ar dessa sala ocorre oscilação de energia em uma ante-sala, em que estudam alunos de Biologia.

Todo esse aparato, pelo qual passa a educação superior custeada pelo Estado do Piauí, através da UESPI, só demonstra mais uma vez o descaso com que Wilson Martins se reporta a esse nível de ensino, ferindo o Princípio da Autonomia, manifestado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9.394/96. O que se percebe, nesse aspecto, é que a figura do senhor excelentíssimo REITOR CARLOS ALBERTO nada mais é de que um simples pronome de tratamento, utilizado para condecorar autoridades que tenham total liberdade administrativa e financeira para estear os destinos de uma Instituição, o que não é o seu caso. Nesse sentido, embora com todos os tramites legais que lhe garantem ser suscitado pelo respectivo pronome, o Reitor deveria também ser evocado pela denominação de Vossa Senhoria, visto que nos alarga uma ideologia hermenêutica para defini-lo apenas como assessor, dependendo do lhe aprouver do governo Martinense. Tudo isso só nos leva a acreditar, em linguagem elementar do ato administrativo, que o Reitor Carlos Alberto não é dotado de Competência, pois seu ato de execução é inválido, suprido pelo Principio da Avocação.

Em vez de receber a denominação de Dinastia Carolíngia, poderíamos também elencar, nos livros de História Geral, a Dinastia Martinense, pois Carlos Martel, papel assumido por Carlos Alberto, Foi destronado por Pepino, Wilson Martins. Com esse enfoque, vejamos que Martins seria o suserano e o REITOR ALBERTO o vassalo. Cabe aqui uma ressalva: Será que o reitor da UESPI desempenha Corvéia para o governador Wilson Martins? Deixar-nos ser até translúcido que a Talha não existe entre o governo do Estado do Piauí e a reitoria da UESPI, a não ser a obediência desta em relação aquele.

Diante do mencionado e com o grito de guerra Reforma Já, todo o corpo discente decidiu encapar manifestações para reivindicar, de imediato, a troca do teto, forro e rede elétrica de maneira globalizada, como o mínimo para manter e desenvolver o ensino, bem como evitar tragédias irreversíveis, como a que ocorreu no Rio Grande do Sul e muitas outras. Nesse sentido, vale ressaltar que caso algo de maior proporcionalidade venha acontecer, o governo do Estado do Piauí e a Reitoria da Instituição, para não dizer Wilson Martins e Carlos Alberto, poderão ser imputados por crime de responsabilidade, previsto no Código Penal Brasileiro. Com esse ínterim, esperamos que Wilson Martins se reporte a esta situação vergonhosa, pelo qual o seu governo auspicia (sabe lá mesmo se podemos chamar assim!) à Universidade, não com proposta conhecidas por Concordata  de Worms de 1122, ou meio termo. Assim, esperamos que o pároco Martins celebre não uma meia-missa, mas uma ladainha estrutural completa no campus “Heróis do Jenipapo”.

REFOOOOORMA JÁ!!!!!!!

Também foi registrado pelos alunos um vídeo que mostra o exato momento em que caia uma chuva em Campo Maior, e dentro de uma sala de aula as goteiras parecem verdadeiras cachoeiras, e o pior, com os alunos assistindo aula em meio o “alagamento”. VEJA O VÍDEO ABAIXO:

Matéria editada pelos seguintes alunos do campus “Heróis do Jenipapo”:

Airton de Sousa Castro – Geografia

Antônia Patrícia de S.  Silva – Biologia.

Amanda Graziele Araújo Resende – Biologia

Aline Raquel Alves da Costa – Biologia

Cláubert Eduardo do Vale Otávio – Pedagogia.

Ceyrlla Maria de Paiva Silva -  Geografia

Daniel de Araújo Silva – Geografia

Denise Coêlho Resende dos Santos – Geografia

Emanuelle de Paula Simões – Biologia

Grasiele Pereira da  Silva – Geografia

Geovana Pereira de Carvalho – Geografia

Leide Dayana Viana – Biologia

Naomy Keslley – Biologia

Ana Paula de Sousa Silva – Biologia

Janice Alencar Oliveira – Biologia

Camila Macedo Pereira – Biologia

Daniele Pereira Teixeira – Biologia

Paulo Rangel Martins da Silva ­- História

Antônio Filho – Biologia

Francisco José Vieira Paiva – Biologia

Francisca Águida de Almeida Oliveira – Biologia

Frnacisco das Chagas Barros Uchôa – Biologia

João Batista de Sousa Silva – Biologia

João Marcos Paz de Carvalho -  Pedagogia

Francisco Wanderson de Macêdo Almeida ­- Biologia

Claudiane Pereira de Castro ­- Biologia

Elisabeth Crislane – Biologia

Lara Jéssica Nóbrega Macêdo – Biologia

Francisco das Chagas Lopes – Biologia

Carlielton Macambira de Sousa – Biologia

Francisca Maria Neves Barroso – Biologia

Francisco Anderson Abreu Pereira – Biologia

Luana Maria Dutra Chaves – Biologia

Keylla Fernanda Rodrigues de Sousa – Biologia

José Castelo Branco Filho – Biologia

Patrícia Pereira de Oliveira – Biologia

Simone Ferreira da Silva – Biologia

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